Frameworks e modelos para processos, qualidade, governança e métricas

Frameworks de referência

Frameworks de referência

Modelo de referência não é um processo

PCF (Process Classification Framework)

PCF (Process Classification Framework)

Lâmina 7

PCF

PCF

PCF

Benchmarking

PCF

APQC PCF: versão consultada

  • O Process Classification Framework organiza processos em uma linguagem comum, sem prescrever um processo executável.
  • Na consulta de 05/08/2026, a APQC identifica o PCF 8.0 como versão mais recente.
  • Versões intersetoriais e específicas por indústria podem coexistir; a versão usada deve ser registrada no modelo.
  • O PCF apoia arquitetura, benchmarking e padronização, mas precisa ser adaptado ao contexto organizacional.

Fonte: APQC — PCF FAQ.

SCOR (Supply Chain Operations Reference)

SCOR

SCOR

SCOR

SCOR

SCOR

SCOR

SCOR Digital Standard

  • O SCOR atual é mantido pela Association for Supply Chain Management (ASCM).
  • O SCOR DS desloca a visão linear para uma rede sincronizada e inclui sustentabilidade e habilitadores digitais.
  • Estrutura atual de processos:
Estratégia
Orchestrate
Execução
Plan · Order · Source · Transform · Fulfill · Return

Fonte: ASCM — SCOR Digital Standard.

VRM

VRM

VRM

VRM

VRM – Macro-processos.

Lâmina 25

VRM

VRM – nível operacional

VRM

VRM

COBIT

COBIT

COBIT

COBIT: Domínios

COBIT: Processos

Lâmina 35

Modelos de maturidade para BPM

Modelos de maturidade para BPM

BPMM: Histórico

BPMM: Objetivos

BPMM: Objetivos

BPMM: Objetivos

BPMM: Objetivos

BPMM: níveis

BPMM: níveis

BPMM: níveis

BPMM: PAs

BPMM: Navegação

BPMM: referências

COBIT e BPMM em 2026.2

  • COBIT 2019 substitui COBIT 5 como referência corrente da ISACA para governança e gestão de informação e tecnologia.
  • BPMM 1.0 permanece a versão formal publicada pela OMG; deve ser contextualizado como modelo de maturidade de 2008.
  • Maturidade não é uma nota isolada: serve para priorizar capacidades, práticas e controles coerentes com objetivos de negócio.

Fontes: ISACA — COBIT e OMG — BPMM.

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Monitoramento de processos

  • Monitorar é observar execução e resultados para detectar desvios, compreender causas e orientar decisões.
  • Um painel deve combinar resultado, tempo, custo, qualidade, capacidade, risco e experiência do cliente, conforme o processo.
  • Indicadores precisam de fórmula, fonte, periodicidade, responsável, meta e regra de interpretação.
  • Métricas locais não devem induzir otimização de uma etapa em prejuízo do desempenho ponta a ponta.

Dumas et al. (2018, cap. 11); ABPMP (2013, cap. 6).

Process mining no ciclo de monitoramento

  • Descoberta: reconstrói modelos a partir de eventos registrados.
  • Conformidade: compara comportamento observado e modelo esperado.
  • Melhoria: identifica variantes, gargalos, retrabalho, desvios e oportunidades.
  • A qualidade da análise depende de identificador de caso, atividade, timestamp e contexto confiáveis.
  • Evidências quantitativas complementam — não substituem — a interpretação do negócio e a validação com stakeholders.

Dumas et al. (2018, cap. 11).

Referências — 1/3

DUMAS, M. et al. Fundamentals of Business Process Management. 2. ed. Springer, 2018. Caps. 11–12.

ABPMP BRASIL. BPM CBOK V3.0. 2013. Caps. 6, 8 e 9.

HARMON, P. Business Process Change. 4. ed. Morgan Kaufmann, 2019. Caps. 5–7.

JESTON, J. Business Process Management. 4. ed. Routledge, 2018. Cap. 29.

Referências — 2/3

VOM BROCKE, J.; ROSEMANN, M. (ed.). Handbook on Business Process Management 2. 2. ed. Springer, 2015.

APQC. Process Classification Framework, version 8.0. Disponível em: https://www.apqc.org/process-frameworks/pcf-faqs.

ASCM. SCOR Digital Standard. Disponível em: https://www.ascm.org/corporate-solutions/standards-tools/scor-ds/.

ISACA. COBIT 2019 Framework. Disponível em: https://www.isaca.org/resources/cobit.

Referências — 3/3

OBJECT MANAGEMENT GROUP. Business Process Maturity Model, version 1.0. Disponível em: https://www.omg.org/spec/BPMM/.